Mais de 80% da população tem cárie; saiba como proteger seus dentes

Mais de 60% das crianças em idade escolar sofrem com a doença
 


A cárie é formada quando a placa bacteriana permanece nos dentes . Estas bactérias convertem o açúcar e carboidratos dos alimentos e bebidas ingeridos em ácidos. Estes, por sua vez, dissolvem a partir da superfície do dente, danificando o esmalte, o que, sem os devidos cuidados, pode levar à formação de cárie.


A doença atinge mais de 80% da população, segundo a Organização Mundial da Saúde. Atualmente, mais de 60% das crianças em idade escolar sofrem com a doença. No Brasil, o cenário não é diferente: 88% da população ainda sofre deste problema, segundo o Ministério da Saúde.
 

Apenas um dentista pode dizer com certeza se você tem uma cárie. Isto porque a cárie se desenvolve embaixo da superfície do dente, onde não é possível vê-la. Quando você ingere alimentos que contenham carboidratos (açúcar e amido), os mesmos são digeridos pelas bactérias da placa, produzindo ácidos que corroem o interior do dente.
 

Com o tempo, o esmalte do dente começa a fraturar por debaixo da superfície, enquanto a parte externa permanece intacta. Quando uma quantidade suficiente de esmalte sob a superfície já tiver sido destruída, a superfície se desmorona, expondo a cavidade de cárie.
 

É maior a probabilidade da cárie se desenvolver em fóssulas e fissuras nas superfícies de mastigação dos dentes posteriores, nos espaços entre os dentes e próximo à linha da gengiva. Mas, independentemente de onde ocorre, a melhor maneira de identificá-la e tratá-la, antes que se torne séria, é visitando um dentista regularmente para avaliações.
 

Mesmo quem não come doce não está livre da cárie. O açúcar está presente em todos os tipos de alimentos, desde verduras, como alface, uma simples macarronada e até carnes, como picanha ou hambúrguer. Isso porque todos os alimentos possuem açúcares que podem ser convertidos em ácidos que atacam o esmalte dos dentes. 

Segundo estudos, a dor causada pela cárie é o problema de saúde bucal de maior impacto sobre o bem-estar dos indivíduos, o que pode levar a complicações que interferem diretamente na qualidade de vida, gerando consequências físicas, econômicas e até mesmo sociais.
 

Se a cárie estiver em um estágio avançado ela impede a criança de ir à aula, diminui o rendimento no trabalho, dificulta a comunicação e a alimentação, gera gastos para a saúde, compromete a dentição e chega a ser até mesmo um fator de inibição social.

• Para prevenir a cárie é preciso escovar os dentes pelos menos três vezes ao dia e usar o fio dental diariamente. Avaliações regulares com dentista também são imprescindíveis. O cuidado preventivo pode evitar que problemas menores se tornem sérios. 


Fonte: Colgate


Dra. Karine Quintão 
Dentista • Clínica Geral • Odontopediatria • Pacientes Especiais 
Trav. Dr. Brito, 91 (PROSAT), Guanhães-MG 
(33) 3421-1532 • 3421-2026

Flúor tem papel fundamental na proteção dos dentes e prevenção de cáries

Além de creme dental, substância pode ser encontrada nos alimentos e na água
 


O fluoreto — também conhecido como flúor — é um elemento da natureza de origem mineral muito importante para a saúde dos dentes e dos ossos. Presente em alimentos como arroz, soja, espinafre e frutos do mar, assim como em boa parte das fontes de água, ele tem papel fundamental na proteção dos dentes e na prevenção da perda de minerais do esmalte dentário, evitando o desenvolvimento das cáries.De acordo com o cirurgião-dentista Paulo Frazão, do Centro Colaborador do Ministério da Saúde em Vigilância da Saúde Bucal da USP (Universidade de São Paulo), a cárie é “um processo de desmineralização que ocorre quando bactérias liberam substâncias ácidas que atacam o esmalte do dente”.

Se a perda de mineral do dente é maior do que sua reposição pela saliva, surgem as cáries, que inicialmente aparecem com o aspecto de manchas brancas e opacas; e em estágios mais avançados, sob a forma de cavidades.


O dentista Marco Manfredini, conselheiro do Crosp (Conselho Regional de Odontologia do Estado de São Paulo), explica que “o flúor é capaz de reverter parcialmente esse processo, remineralizando a estrutura do dente e inibindo a formação do biofilme dental, reduzindo o risco de doenças gengivais e formando menos placas bacterianas, o que reduz o risco de cáries”.


Para Frazão, a expansão do uso de fluoretos contribuiu para a redução de cáries na população infanto-juvenil.


- A disponibilização de água e cremes dentais fluoretados para a população brasileira trouxe modificações significativas no perfil epidemiológico da cárie, uma doença muito comum na primeira infância, quando os dentes ainda estão em fase de formação.
Por isso, a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Ministério da Saúde e as entidades odontológicas e de saúde coletiva do Brasil têm endossado o uso do flúor na água de abastecimento público.


Cuidado com o excesso

 
Como tudo que vem em excesso faz mal, vale frisar que o flúor só agrega benefícios às pessoas se administrado corretamente, em uma quantidade que não ultrapasse os níveis de concentração indicados.


Segundo o guia de recomendações para o uso de fluoretos no Brasil, elaborado pelo Ministério da Saúde, a concentração de flúor adicionada às pastas de dente, usualmente em torno de 1.100 a 1.500 ppm, “tem, comprovadamente, efeito sobre a prevalência e gravidade da cárie em populações”.


Crianças de até cinco anos de idade, no entanto, devem ser supervisionadas pelos pais na hora da escovação para evitar a ingestão de creme dental e reduzir o risco de fluorose dentária.


- É incorreta a ideia de que quanto mais flúor, melhor, pois há padrões para utilização desse composto. Se durante o período da formação do dente a criança for exposta a uma quantidade excessiva de flúor, pode desenvolver fluorose. Um dos sinais característicos da fluorose é o aparecimento de pequenas manchas brancas nos dentes.


Segundo Manfredini, “as pastas de dente com concentrações de 1000 ppm de flúor são mais eficazes para a prevenção da cárie dentária do que aquelas com concentrações menores”.


- Colocar o creme dental no sentido transversal da escova de dente, e não no longitudinal é uma dica para que a quantidade de pasta não seja excessiva. O ideal é que a quantidade colocada não ultrapasse o tamanho de um grão de arroz.


Fonte: R7


Dra. Karine Quintão 
Dentista • Clínica Geral • Odontopediatria • Pacientes Especiais 
Trav. Dr. Brito, 91 (PROSAT), Guanhães-MG 
(33) 3421-1532 • 3421-2026

Cuidado bucal para o idoso: envelhecendo com saúde e confiança



A saúde oral é um fator importante no envelhecimento saudável. A manutenção da saúde dos dentes e das gengivas significa impedir que as bactérias encontrem uma via para ingressar na corrente sangüínea para causar infecções. O uso diário de fio dental fornece a você (ou a quem cuida de uma pessoa idosa que requer ajuda) uma oportunidade de examinar os lábios, as gengivas, os dentes e a língua com relação a qualquer problema, por exemplo aftas, gengivas sangrantes, dentes soltos ou danificados, lesões. 

A detecção precoce de problemas é chave para reduzir o risco de sofrer transtornos graves tais como gengivite, que poderiam conduzir à perda de dentes, se não forem tratados.

O cuidado bucal em geral e o uso de fio dental em particular têm especial importância para os adultos idosos, dado que estão em situação de risco aumentado de doença das gengivas devido a diversos fatores:


Envelhecimento geral. Inclusive se você tem uma boa saúde geral, à medida que envelhece começará o recesso de suas gengivas. O uso diário de fio dental contribui para promover a saúde de suas gengivas e frear o desenvolvimento de recessões.


Osteoporose. A osteoporose é comum em adultos de idade média e em idosos. As investigações demonstram que a saúde oral pode estar relacionada com osteoporose de várias formas. Os estudos demonstraram que a doença periodontal pode ser um indicador de osteoporose subjacente, e os estudos em mulheres com osteoporose demonstraram que elas apresentam maior risco de doenças nas gengivas.


Boca seca. A boca seca, ou xerostomia é um problema do cuidado dental que pode passar sem ser detectada em adultos idosos, porque eles não observam esse fato por si mesmos e não o mencionam aos seus médicos ou dentistas. A boca seca pode incrementar o risco de doença das gengivas porque não existe suficiente saliva para eliminar por lavagem as bactérias e partículas de alimento que podem provocar a doença das gengivas, se permitida sua acumulação. Certos tipos de medicamentos, inclusive os antidepressivos e alguns anticonvulsivantes, podem contribuir para causar boca seca. Leia os possíveis efeitos secundários de todos os medicamentos que você toma, e se a boca seca estiver na lista, seja cuidadoso com a escovação dos dentes e com o uso de fio dental.


Síndrome de Sjögren. Este transtorno autoimune pode acontecer em qualquer idade, mas é mais freqüente em mulheres menores de 40 anos. Os dois sintomas mais comuns são olhos e boca extremamente secos. Se você tiver síndrome de Sjögren, a falta de saliva incrementa o risco de cárie, e é importante escovar os dentes depois de cada comida, e usar fio dental pelo menos uma vez ao dia. O profissional dentista também pode sugerir um enxágue antimicrobiano para ajudar a manter as bactérias afastadas.


Fonte: Dental Gold


Dra. Karine Quintão 
Dentista • Clínica Geral • Odontopediatria • Pacientes Especiais 
Trav. Dr. Brito, 91 (PROSAT), Guanhães-MG 
(33) 3421-1532 • 3421-2026

Mulheres grávidas precisam ter uma gengiva saudável

Uma gengiva saudável pode significar um bebê saudável
 
Uma pesquisa indicou que mulheres com doença periodontal podem estar em risco de efeitos adversos da gestação, tais como nascimento prematuro ou bebê com baixo peso corporal no nascimento, de acordo com a Academia Americana de Periodontologia (“American Academy of Periodontology “) e a Federação Europeia de Periodontologia (“European Federation of Periodontology”).
Doença periodontal é uma infecção dos tecidos que ficam ao redor e suportam os dentes, de acordo com a Associação Dentária Americana (“American Dental Association”). Esta é a principal causa de perda de elementos dentais em adultos. Como a doença periodontal normalmente não apresenta dor, você pode não saber se sofre dela ou não. A doença periodontal é causada pelo biofilme dental, uma película pegajosa de bactérias que se forma constantemente em seus dentes.
“Gengiva sensível, vermelha ou inchada são alguns sinais clínicos de doença periodontal”, diz o Dr. Nancy L. Newhouse, presidente da AAP e periodontista. “Outros sintomas incluem sangramento durante a escovação ou durante as refeições, gengiva afastada dos dentes, mau hálito e perda de dentes. Esses sinais, especialmente durante a gravidez, não devem ser ignorados e podem necessitar de tratamento por um dentista.”
De acordo com o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CPD) (“Center for Disease Control and Prevention”), os bebês com peso inferior a 2,49 kg no nascimento podem estar em risco de problemas de saúde em longo prazo como atraso nas habilidades motoras, crescimento social ou incapacidades de aprendizado. Complicações semelhantes são comprovadas para bebês nascidos pelo menos três semanas antes do que o previsto. Outros problemas associados com o nascimento prematuro incluem problemas respiratórios, de visão e perda de audição ou problemas de alimentação e digestivos.
Recomendações clínicas pela AAP e a EFP são que a terapia periodontal não cirúrgica é segura para mulheres grávidas e pode resultar em melhora na saúde periodontal. Publicado atualmente no Periódico de Periodontologia e no Periódico de Periodontologia Clínica, o relatório fornece diretrizes para profissionais médicos e dentistas usarem no diagnóstico e tratamento da doença periodontal em mulheres grávidas.
Além disso, a American College of Obstetricians and Gynecologists recentemente publicou uma declaração incentivando as mulheres grávidas a manterem a saúde bucal e as escovações regulares recomendadas durante a gestação. “A escovação e uso de fio dental de maneira rotineira, e visitas a um periodontista ou clínico geral, para uma avaliação periodontal abrangente durante a gravidez pode diminuir a chance de complicações adversas durante a gestação”, declara o Dr. Newhouse.
 “É importante para as gestantes monitorarem a saúde periodontal e conversarem com o periodontista ou dentista sobre os cuidados adequados. Mantendo sua saúde periodontal, você não apenas mantém sua saúde geral, mas também ajuda a garantir uma gestação segura e um bebê saudável.”
Fonte: Colgate

Dra. Karine Quintão 
Dentista • Clínica Geral • Odontopediatria • Pacientes Especiais 
Trav. Dr. Brito, 91 (PROSAT), Guanhães-MG (33) 3421-1532 • 3421-2026
 
Criadas nos anos 60, essas escovas são caracterizadas pelo movimento de giro da cabeça, variando entre 2500 e 7000 rotações por minuto no caso das elétricas e de 30 mil a 40 mil nas sônicas
 

Cada vez mais populares no Brasil, as escovas elétricas e sônicas têm se tornado a opção de muitas pessoas para manter a saúde bucal. Consulte seu dentista, pois a técnica de escovação com este tipo de escova é diferente da técnica usada com a escova convencional.

Fonte: R7


Dra. Karine Quintão 
Dentista • Clínica Geral • Odontopediatria • Pacientes Especiais 
Trav. Dr. Brito, 91 (PROSAT), Guanhães-MG (33) 3421-1532 • 3421-2026

Os 10 erros mais comuns que podem comprometer a saúde bucal

Os principais deslizes na hora de cuidar da boca

 
1. Ao longo do tempo, as cerdas duras desgastam o esmalte dental e causam retração gengival. Deve-se priorizar uma escova macia e com grande quantidade de cerdas para alcançar a máxima eficiência sem machucar

2. A escovação deve ser feita sem o emprego de força. O que importa é a técnica correta e o uso de uma escova de boa qualidade. Segundo os dentistas, uma boa técnica é apoiar a escova sobre a superfície dos dentes em um ângulo de 45 graus, com metade das cerdas na superfície dental e a outra metade recobrindo a gengiva. Sem pressionar a cabeça da escova de forma exagerada, os movimentos devem ser vibratórios e "de varredura", durante aproximadamente cinco segundos em cada uma das superfícies dos dentes

3. Escovas desgastadas fazem com que, de uma forma inconsciente, as pessoas aumentem a força e pressionem o cabo da escova durante a escovação. O ideal é que a escova dental seja trocada assim que as cerdas perdem sua forma original.

4. O importante é a qualidade e não a quantidade. Uma escovação bem feita demora cerca de dez minutos, e fazer a higiene bucal de três a quatro vezes ao dia é o suficiente

5. O que promove a desorganização da placa dental é a escova e não a pasta de dente. O creme dental aplicado deve ser do tamanho de uma ervilha, para adultos, e inserido no meio das cerdas para evitar que seja deglutido facilmente

6. O creme dental abrasivo faz bastante espuma, mas pode tornar os dentes sensíveis

7. Deve-se esperar, no mínimo, 30 minutos para escovar os dentes. É o tempo necessário para que a saliva possa agir e neutralizar o pH dos alimentos e bebidas.

8. Para a remoção de detritos e restos de alimentos entre os dentes, após as refeições, é melhor utilizar o fio dental e / ou uma escova interdental

9. As cáries e doenças gengivais normalmente iniciam nestes locais. A escova interdental e o fio dental alcançam esta área e desorganizam o biofilme oral que se acumula constantemente entre os dentes

10. Os enxaguantes são meios auxiliares de prevenção. O importante é usar esse tipo de antisséptico quando for indicado pelo dentista. A frequência do uso varia de pessoa para pessoa. Não existe produto milagroso.


Fonte: R7

Dra. Karine Quintão 
Dentista • Clínica Geral • Odontopediatria • Pacientes Especiais 
Trav. Dr. Brito, 91 (PROSAT), Guanhães-MG (33) 3421-1532 • 3421-2026

Dentista sem trauma


O contato das crianças com o odontopediatra logo nos primeiros meses de vida é fundamental também para afastar outro problema bastante comum na infância: o medo do dentista. Esse comportamento cria uma distância entre a criança e o profissional e pode interferir de maneira negativa no tratamento.
 Muitas crianças sofrem com um medo de origem irracional. O acompanhamento desde os primeiros meses ajuda a driblar isso. Ao receber a criança em seu consultório, o odontopediatra deve conduzir o tratamento de forma a diminuir as angústias presentes e estabelecer um vínculo de confiança entre ele e o paciente.
Para os pais, a dica é tentar tranquilizar as crianças evitando a associação entre a ida ao dentista, ou ao médico ou outro profissional da saúde com castigos e ameaças. Evitar comentários negativos em relação à ida ao dentista e ter uma conversa explicando sobre a importância e a necessidade do procedimento pode ser muito eficaz.
Fonte: R7
Dra. Karine Quintão Dentista • Clínica Geral • Odontopediatria • Pacientes Especiais 
Trav. Dr. Brito, 91 (PROSAT), Guanhães-MG (33) 3421-1532 • 3421-2026